A morte é uma realidade e a única certeza que existe para quem está vivo, só não tendo uma data para o seu acontecimento.
Esse assunto é muito polêmico em várias culturas pelo mundo, sendo até um "Tabú" em determinados lugares, gerando muitas vezes, medo, pavor, folclore e até devoção, como no caso do México onde a morte é uma Santa, conhecida como "Santa Morte".
Mas no século XIX, um costume mórbido e curioso se espalhou por diversas partes do mundo: foram as fotos "Post Mortem".
"Post Mortem" vem do Latim, significando "Pós Morte", ou após a morte.
As fotos "Post Mortem" aparentemente tiveram origem na Inglaterra, quando a Rainha Victoria pediu que fotografassem um cadáver de uma pessoa conhecida, ou um parente, para que ela guardasse como recordação.
A partir desse momento, o "costume" lentamente se espalhou por diversas partes do mundo, sendo que várias familias passaram a fazer amesma coisa, guardando para si uma mórbida recordação do ente querido que havia partido. Até os dias de hoje, por mais estranho que se possa parecer, em alguns lugares ainda se tem esse costume. Durante o século XIX, o ato de fotografar os falecidos era bem mais comum, parecendo nos dias de hoje algo "mórbido" e sem sentido, mas naquele tempo se tornou um costume natural.
Criar álbuns com fotos dos familiaares e amigos mortos, era uma espécie de negação da morte, ao mesmo tempo que as fotografias tornavam-se recordações guardadas pela família para se lembrar daqueles que se foram.
Além disso, observa-se que "fotografias" naquela época era um grande luxo, devido ao elevado preço para produzi-las e também devido à pouca quantidade de câmeras fotográficas e profissionais disponíveis. A fotografia "Post Mortem" em si era algo bem caro, e funcionava como última homenagem aos falecidos. No ato de fotografar a pessoa que morreu à pouco tempo, estando o corpo em estado "fresco", eram criados verdadeiros cenários elaborados com composições muitas vezes complexas de estúdio para fazer os álbuns dos mortos, e assim tornar a morte menos dolorosa.
Em outros casos, após algum tempo do falecimento da pessoa, e ocorrido o "rigor mortis", era necessário inventar situações complicadas para a foto ficar natural, envolvendo a instalação de calços sob cadeiras e inclinar a câmera fotográfica para que a cena se ajustasse a posição fixa do cadáver.
Para essas fotos o importante era fazer parecer que os falecidos estivessem dormindo ou em posições de pessoas "vivas". Com isso, era comum fotos com grupos de mortos e também de pessoas vivas sentados fazendo poses com cadáveres. Em algumas montagens, eram colocadas estacas de madeira por dentro da roupa dos cadáveres, ao mesmo tempo que eram maquiados e colocados em posições como se estivessem vivos, como: em pé ao lado de familiares, sentados com pernas cruzadas em sofás, lendo livros, abraçando um ente querido, ou outra pose que fosse normal para quem estivesse vivo. Grande parte das fotos de bebês eram coloridas artificialmente para dar um tom de vida ao cadáver das crianças.
*Observa-se que fotos "Post Mortem" se diferem de fotos tiradas normalmente de cadáveres após acidentes ou decomposição, pois o intuíto das fotografias e a "arte" por trás das montagens tinham finalidades apenas sentimentais, e não de impressionismo, como tirada por repórteres ou curiosos.
[Obs.: Rigor Mortis = Rigor mortis é um sinal reconhecível de morte que é causado por uma mudança química nos músculos, causando aos membros do cadáver um endurecimento ("rigor") e impossibilidade de mexê-los ou manipulá-los.
Tipicamente o rigor acontece várias horas após a morte clínica e volta espontaneamente depois de dois dias, apesar do tempo de início e duração depender da temperatura ambiente. Na média, presumindo-se temperatura amena, começa entre 3 e 4 horas post-mortem, com total efeito do rigor em aproximadamente 12 horas, e finalmente o relaxamento em aproximadamente 36 horas. A causa bioquímica do rigor mortis é a hidrólise do ATP no tecido muscular, a fonte de energia química necessária para o movimento. Moléculas de miosina derivados do ATP se tornam permanentemente aderentes aos filamentos e os músculos tornam-se rígidos. A circulação sanguínea cessa, assim como o transporte do oxigênio e retirada dos produtos do metabolismo. Os sistemas enzimáticos continuam funcionando após algum tempo da morte. Assim, a glicólise continua de forma anaeróbica, gerando ácido láctico, que produz abaixamento do pH. Neste momento, actina e miosina, unem-se formando actomiosina, que contrai fortemente o músculo.]
A seguir estão expostas algumas fotos "Post Mortem" originais tiradas em vários países, mostrando como eram feitos os retratos "tenebrosos" dos falecidos.
Observa-se que uma das fotos foi tirada no Brasil nos anos 1930, mostrando que o costume das fotos "Post Mortem" se espalharam pelo mundo na época:
Agora, após conhecer este intrigante e assustador costume, o qual existe em alguns locais do mundo até os dias de hoje, pergunta-se:
"Quem de vocês teria coragem de posar em uma foto "Post Mortem", ao lado de um falecido, como nos exemplos acima?
Para quem tem coragem, seria uma pose para uma foto "Além da Imaginação"!
Criança "morta" em pose como se estivesse dormindo.
Dentro do Caixão.
Criança morta colocada sobre uma cadeira, fazendo pose de como se estivesse viva. Criancinhas mais jovens apareciam no colo de adultos vivos ou mortos ou ainda em fotos de estúdio. Como esta. Familia posando ao lado da falecida, em pose de como se estivesse dormindo no chão. Observa-se que haviam alguns petiscos na mesa ao lado. Nesta foto, todas as moças que aparecem estavam mortas. A que está abaixada "olhando" para trás, estava com o rosto disfigurado. Por incrível que pareça, esta jovem está morta, estando seu corpo apoiado por madeiras por trás de suas roupas, permitindo uma pose praticamente natural.
Garotinha morta, "posando" com suas bonecas favoritas.
Tentativa de representar a realidade do dia a dia. Criança em Caixão (Outro exemplo) |
quinta-feira, 6 de junho de 2013
O Assalto ao Mosteiro Bretão de Lindisfarne – O Início da Furiosa Era Viking.
No final do século VIII, no nordeste da Inglaterra, encontrava-se o pacato e importante mosteiro de Lindisfarne. Por sua localização remota e pela cristianização que percorria a Europa, floria o sentimento de segurança contra invasões pagãs. Todavia, sentimento não é blindado, mas restou destroçado, quando os donos do apocalipse mais "heavy metal" da história – o Ragnarök! – desembarcaram de seus navios-dragão visando saques. A crença cristã ou regras terrenas não poderiam contê-los e pelo aço escandinavo foi desencadeada a avassaladora Era Viking.
Em tela, o aparentemente íntegro mosteiro de Lindisfarne (encontra-se em ruínas atualmente). Pela dificuldade em encontrar registro gráfico, mesmo que pintura "clássica", apenas a atual fotografia acompanha a matéria – o acontecido no monte, além de ainda misterioso, fora tão aterrador que de modo algum foi reproduzido pelos bretões.
Em 8 de junho de 793, não muitos vikings ("piratas"), quiçá, menos de sessenta, saltaram de seus drakkar's (navios-dragão) para saquear o templo costeiro de Lindisfarne. A população da ilha se resumia a pastores, agricultores e religiosos e seus objetos de valor, basicamente, referentes aos ritos religiosos.
Lindisfarne abrigava um dos mais sagrados templos da Bretanha e a paz reinava no local. Embora invasões pudessem ocorrer, era pouco provável que se precipitasse sobre a remota ilha. Somente maior que a suposta segurança, era a de que nenhum invasor profanaria o templo religioso nem seus sacerdotes. Entretanto, nenhum axioma cristão seria válido, ou mesmo significativo, para os distintos invasores daquele 8 de junho.
Diferentemente dos cristãos, o "Paraíso" Viking só poderia ser conquistado (e não "reconhecido") através de atos de coragem: essencialmente, seu "santuário" seria o campo de batalha e suas preces o recíproco sangue jorrado – somente a pura bravura abriria as portas do Valhalla ("Salão dos Mortos"), cuja destinação final seria marchar ao lado dos Deuses contra os gigantes no apocalítico Ragnarök ("Apocalipse" Viking).
A repentina e devastadora devassa realizada em Lindisfarne prenunciou o terror que aplacaria a Europa abordo dos domados e longos "dragões" vikings (os drakkar's). Embora já fosse registrado algum contato, pouco se sabia a respeito daqueles que foram comparados às feras. Os invasores assassinaram, saquearam e desapareceram com a mesma velocidade que surgiram, de modo que não se tem registro detalhado do ocorrido. Segundo fonte, depois do transcorrido, teriam dito que, na verdade, tratava-se de um castigo de Deus gerado pela fornicação (adultério e incesto) e ganância.
Alcuíno, um estudioso anglo-saxão da corte do grande rei Carlos Magno, teria escrito: "Com quase 350 anos em que vivemos nesta terra linda, nunca tal terror como o de agora apareceu na Bretanha, que sofre com uma raça pagã. Nem pensado que tal incursão do mar poderia ser feita. Eis a igreja de St. Cuthbert, salpicada com o sangue dos sacerdotes de Deus, despojados de todos os seus ornamentos. Os pagãos derramaram o sangue dos santos ao redor do altar. Pisaram sobre os corpos no templo de Deus como esterco nas ruas."
Sem influência/contato greco-romano, os nórdicos ("homens do norte") não possuíam respeito ao direito ou à vida nas cidades, menos ainda pela crença em um Deus cristão. Entre os séculos VIII e XI, o tsunami nórdico solapou a Europa com saques e batalhas selvagens. Com uma cultura singular, os Vikings (noruegueses, suecos e dinamarqueses) mostraram a frágil estabilidade europeia e que o feudalismo não foi uniforme.
A odisseia nórdica durou, oficialmente, até o ano de 1066. Neste mesmo período também foi selado o fim da dinastia anglo-saxônica na Inglaterra: em 1066, Harald Hardrada, rei viking da Noruega, foi morto na batalha de Stamford Bridge lutando contra o recém-empossado Haroldo II (rei da "Inglaterra"). Três semanas após Stamford Bridge, foi a vez de Haroldo II encontrar a morte: tentando defender o "surrupiado" trono inglês na batalha de Hastings, foi morto pelas tropas de Guilherme, o Conquistador. Guilherme e seus soldados (normandos), embora convertidos ao Cristianismo, eram descendentes de Vikings que colonizaram a Normandia (França).
Apesar da má-fama gerada pela ferocidade dos seus ataques, os Vikings foram extremamente significativos para o mundo, sobretudo para Europa. Constituíram uma civilização singular, sofisticada e complexa, que gravou profundas marcas no Ocidente: descobriram a Islândia, Groenlândia e América (esta, 500 anos antes de Colombo) e criaram longínquas rotas de comércio (norte da África, Arábia e China).
Foram mestres na forja e indústria naval, tendo se aventurado por rios, mares e pelo Oceano Atlântico. Em Constantinopla, constituíram a Guarda Varegue do imperador bizantino e deram o melhor exemplo de força mercenária à época. Para a guerra, forneceram, talvez, o mais feroz e intrigante guerreiro que o mundo já viu: o temido berserker.
A Saga Viking continua...
Agradecimento especial à página Mitologia Nórdica e ao Hednir Clan pelo valioso auxílio e disposição prestados.
Para conhecer mais sobre o universo Viking e vivenciar um pouco da sua cultura, acesse:
Mitologia Nórdica – https://www.facebook.com/ Deuses.Nordicos
Hednir Clan – https://www.facebook.com/ Hednir.clan
Texto: Eudes Bezerra.
Administração Imagens Históricas.
Imagem: A equipe do Imagens Históricas buscou informações a respeito de maiores referências da imagem, para creditá-la. Entretanto, nada foi encontrado. Caso a encontrem, gostaríamos que nos alertassem via e-mail, por gentileza: imghistoricas@gmail.com.
Referências:
GILBERT, Adrian. Enciclopédia das Guerras: Conflitos Mundiais Através do Tempo. trad. Roger dos Santos. São Paulo: M. Books, 2005.
NEWARK, Tim. História Ilustrada da Guerra. trad. Carlos Matos. São Paulo: Publifolha, 2011.
PORTARI, Douglas. Harold II X Harald Hardrada. Disponível em: << http:// guiadoestudante.abril.com.b r/aventuras-historia/ haroldo-ii-x-harald-hardrad a-435703.shtml >>. Acesso em: 5 jun. 2013.
RITCHIE, Anna. Terror do Mar. Disponível em: << http://www.bbc.co.uk/ history/trail/conquest/ viking/loot_01.shtml >>. Acesso em: 11 maio 2013.
RITCHIE, Anna. Lindisfarne sacked. Disponível em: << http://www.bbc.co.uk/ history/trail/conquest/ viking/loot_02.shtml >>. Acesso em: 11 maio 2013.
SOMMA, Isabelle. A Fúria Viking. Revista Aventuras na História. São Paulo: Abril, n. 47, p. 38-43, jul. 2007.
VILAR, Leandro. A Saga Viking. Disponível em: << http:// seguindopassoshistoria.blog spot.com.br/ 2012_07_01_archive.html >>. Acesso em: 11 maio 2013.
No final do século VIII, no nordeste da Inglaterra, encontrava-se o pacato e importante mosteiro de Lindisfarne. Por sua localização remota e pela cristianização que percorria a Europa, floria o sentimento de segurança contra invasões pagãs. Todavia, sentimento não é blindado, mas restou destroçado, quando os donos do apocalipse mais "heavy metal" da história – o Ragnarök! – desembarcaram de seus navios-dragão visando saques. A crença cristã ou regras terrenas não poderiam contê-los e pelo aço escandinavo foi desencadeada a avassaladora Era Viking.
Em tela, o aparentemente íntegro mosteiro de Lindisfarne (encontra-se em ruínas atualmente). Pela dificuldade em encontrar registro gráfico, mesmo que pintura "clássica", apenas a atual fotografia acompanha a matéria – o acontecido no monte, além de ainda misterioso, fora tão aterrador que de modo algum foi reproduzido pelos bretões.
Em 8 de junho de 793, não muitos vikings ("piratas"), quiçá, menos de sessenta, saltaram de seus drakkar's (navios-dragão) para saquear o templo costeiro de Lindisfarne. A população da ilha se resumia a pastores, agricultores e religiosos e seus objetos de valor, basicamente, referentes aos ritos religiosos.
Lindisfarne abrigava um dos mais sagrados templos da Bretanha e a paz reinava no local. Embora invasões pudessem ocorrer, era pouco provável que se precipitasse sobre a remota ilha. Somente maior que a suposta segurança, era a de que nenhum invasor profanaria o templo religioso nem seus sacerdotes. Entretanto, nenhum axioma cristão seria válido, ou mesmo significativo, para os distintos invasores daquele 8 de junho.
Diferentemente dos cristãos, o "Paraíso" Viking só poderia ser conquistado (e não "reconhecido") através de atos de coragem: essencialmente, seu "santuário" seria o campo de batalha e suas preces o recíproco sangue jorrado – somente a pura bravura abriria as portas do Valhalla ("Salão dos Mortos"), cuja destinação final seria marchar ao lado dos Deuses contra os gigantes no apocalítico Ragnarök ("Apocalipse" Viking).
A repentina e devastadora devassa realizada em Lindisfarne prenunciou o terror que aplacaria a Europa abordo dos domados e longos "dragões" vikings (os drakkar's). Embora já fosse registrado algum contato, pouco se sabia a respeito daqueles que foram comparados às feras. Os invasores assassinaram, saquearam e desapareceram com a mesma velocidade que surgiram, de modo que não se tem registro detalhado do ocorrido. Segundo fonte, depois do transcorrido, teriam dito que, na verdade, tratava-se de um castigo de Deus gerado pela fornicação (adultério e incesto) e ganância.
Alcuíno, um estudioso anglo-saxão da corte do grande rei Carlos Magno, teria escrito: "Com quase 350 anos em que vivemos nesta terra linda, nunca tal terror como o de agora apareceu na Bretanha, que sofre com uma raça pagã. Nem pensado que tal incursão do mar poderia ser feita. Eis a igreja de St. Cuthbert, salpicada com o sangue dos sacerdotes de Deus, despojados de todos os seus ornamentos. Os pagãos derramaram o sangue dos santos ao redor do altar. Pisaram sobre os corpos no templo de Deus como esterco nas ruas."
Sem influência/contato greco-romano, os nórdicos ("homens do norte") não possuíam respeito ao direito ou à vida nas cidades, menos ainda pela crença em um Deus cristão. Entre os séculos VIII e XI, o tsunami nórdico solapou a Europa com saques e batalhas selvagens. Com uma cultura singular, os Vikings (noruegueses, suecos e dinamarqueses) mostraram a frágil estabilidade europeia e que o feudalismo não foi uniforme.
A odisseia nórdica durou, oficialmente, até o ano de 1066. Neste mesmo período também foi selado o fim da dinastia anglo-saxônica na Inglaterra: em 1066, Harald Hardrada, rei viking da Noruega, foi morto na batalha de Stamford Bridge lutando contra o recém-empossado Haroldo II (rei da "Inglaterra"). Três semanas após Stamford Bridge, foi a vez de Haroldo II encontrar a morte: tentando defender o "surrupiado" trono inglês na batalha de Hastings, foi morto pelas tropas de Guilherme, o Conquistador. Guilherme e seus soldados (normandos), embora convertidos ao Cristianismo, eram descendentes de Vikings que colonizaram a Normandia (França).
Apesar da má-fama gerada pela ferocidade dos seus ataques, os Vikings foram extremamente significativos para o mundo, sobretudo para Europa. Constituíram uma civilização singular, sofisticada e complexa, que gravou profundas marcas no Ocidente: descobriram a Islândia, Groenlândia e América (esta, 500 anos antes de Colombo) e criaram longínquas rotas de comércio (norte da África, Arábia e China).
Foram mestres na forja e indústria naval, tendo se aventurado por rios, mares e pelo Oceano Atlântico. Em Constantinopla, constituíram a Guarda Varegue do imperador bizantino e deram o melhor exemplo de força mercenária à época. Para a guerra, forneceram, talvez, o mais feroz e intrigante guerreiro que o mundo já viu: o temido berserker.
A Saga Viking continua...
Agradecimento especial à página Mitologia Nórdica e ao Hednir Clan pelo valioso auxílio e disposição prestados.
Para conhecer mais sobre o universo Viking e vivenciar um pouco da sua cultura, acesse:
Mitologia Nórdica – https://www.facebook.com/
Hednir Clan – https://www.facebook.com/
Texto: Eudes Bezerra.
Administração Imagens Históricas.
Imagem: A equipe do Imagens Históricas buscou informações a respeito de maiores referências da imagem, para creditá-la. Entretanto, nada foi encontrado. Caso a encontrem, gostaríamos que nos alertassem via e-mail, por gentileza: imghistoricas@gmail.com.
Referências:
GILBERT, Adrian. Enciclopédia das Guerras: Conflitos Mundiais Através do Tempo. trad. Roger dos Santos. São Paulo: M. Books, 2005.
NEWARK, Tim. História Ilustrada da Guerra. trad. Carlos Matos. São Paulo: Publifolha, 2011.
PORTARI, Douglas. Harold II X Harald Hardrada. Disponível em: << http://
RITCHIE, Anna. Terror do Mar. Disponível em: << http://www.bbc.co.uk/
RITCHIE, Anna. Lindisfarne sacked. Disponível em: << http://www.bbc.co.uk/
SOMMA, Isabelle. A Fúria Viking. Revista Aventuras na História. São Paulo: Abril, n. 47, p. 38-43, jul. 2007.
VILAR, Leandro. A Saga Viking. Disponível em: << http://
A sobrancelha certa é tão importante quanto a Make certa.
Veja qual tipo combina mais para o seu formato de rosto e conte pra gente o que achou dessas super dicas do blog Nanda Bezerrahttp://migre.me/eKCDY
Imagem: Blog Nanda Bezerra
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Ricardo Baia compartilhou a foto de Raimundo Arruda Sobrinho.
Prezados amigos do Raimundo,
Hoje, 23 de abril de 2013, faz 1 ano que Raimundo Arruda Sobrinho saiu da “ilha” que viveu por quase 19 anos, um canteiro da Av Pedroso de Morais, em SP.
Nascido na Zona Rural de Goiás, ele estava há 51 anos longe de sua terra Natal e ao todo viveu quase 34 anos na condição de morador de rua em SP.
Tive a honra e o privilégio de conhecê-lo, conviver com ele por quase 1 ano em frequentes visitas e ser sua amiga.
Sentado em um banquinho de madeira, vestido com sacos de plástico preto, ele passava o tempo escrevendo em “pedacinhos de papel”, delicadamente cortados no mesmo tamanho. Todos têm número de série, são datados com o ano de 1999 + o número que falta para se chegar ao ano em questão (por ex, 2012 é 1999 + 13) e assinados como “O Condicionado”.
Abaixo transcrevo a primeira Mini-Página (como ele os denomina) que ganhei:
“Ofertas, Gestos Oferta
Gestos, Páginas Autográfas.
Ponte 2
Que é o interesse do leitor,
Pela vida do autor que ele leu?
E dos demais consumidores de tudo
Que o homem fez?
Ass. O condicionado
SP 4 – 4 – 1999 + 13 (c)
Logo comecei a colecionar as Mini-Páginas, conhecer mais da obra e do homem tão especial que é Raimundo e não tardou para que fizesse esta Página para ele, com o intuito inicial de publicar a sua obra (esta é uma vontade antiga do Raimundo) e com isso fazer com que mais pessoas conheçam a grande pessoa que ele é.
Para total surpresa e alegria, em pouquíssimo tempo a família de Raimundo entrou em contato e, a partir daí, nossos esforços se voltaram para o restabelecimento dos laços familiares e inclusão social do Raimundo.
No dia 23 de abril, ele saiu das ruas e foi para o Caps do Itaim, local no qual recebeu cuidados para que pudesse retornar a Goiás, onde hoje vive com sua família!
Raimundo está muito bem, falamos sempre ao telefone e vou visitá-lo pela segunda vez em breve!
Sou eternamente muito grata pelo meu encontro com Raimundo, por todo aprendizado que este encontro tem me possibilitado, pela convivência com este ser iluminado e por poder servir de canal para que sua condição mudasse tanto, de forma tão plena!
Esta é uma história com um Final muito Feliz!!
E uma vez que todo final é sempre um recomeço, podemos dizer que é uma história que começa novamente aos 74 anos da vida de um homem (que por quase a metade de sua vida foi “Condicionado” às maiores adversidades que muitos de nós sequer consegue imaginar) com o merecidíssimo acolhimento e amor, ao lado dos seus familiares!
É uma grande prova de que tudo é possível e não importa quão difícil nossa condição de vida se apresente, sempre é possível melhorá-la!
Em breve e, ao lado dele, darei mais notícias para vocês!!
Despeço-me com as sábias palavras do nosso querido poeta, escritas após retorno de uma viagem familiar:
“Desgraçado do homem que se abandona
Estas seis palavras acima indicam que, por pior
que seja a situação, nunca, nunca o homem deve
considerá-la perdida porque ninguém pode
dar garantia que adversidade seja invulnerável”
Raimundo Arruda Sobrinho, 04/11/2012
Maravilhoso Mestre!!!
Abraços Fraternos!
Hoje, 23 de abril de 2013, faz 1 ano que Raimundo Arruda Sobrinho saiu da “ilha” que viveu por quase 19 anos, um canteiro da Av Pedroso de Morais, em SP.
Nascido na Zona Rural de Goiás, ele estava há 51 anos longe de sua terra Natal e ao todo viveu quase 34 anos na condição de morador de rua em SP.
Tive a honra e o privilégio de conhecê-lo, conviver com ele por quase 1 ano em frequentes visitas e ser sua amiga.
Sentado em um banquinho de madeira, vestido com sacos de plástico preto, ele passava o tempo escrevendo em “pedacinhos de papel”, delicadamente cortados no mesmo tamanho. Todos têm número de série, são datados com o ano de 1999 + o número que falta para se chegar ao ano em questão (por ex, 2012 é 1999 + 13) e assinados como “O Condicionado”.
Abaixo transcrevo a primeira Mini-Página (como ele os denomina) que ganhei:
“Ofertas, Gestos Oferta
Gestos, Páginas Autográfas.
Ponte 2
Que é o interesse do leitor,
Pela vida do autor que ele leu?
E dos demais consumidores de tudo
Que o homem fez?
Ass. O condicionado
SP 4 – 4 – 1999 + 13 (c)
Logo comecei a colecionar as Mini-Páginas, conhecer mais da obra e do homem tão especial que é Raimundo e não tardou para que fizesse esta Página para ele, com o intuito inicial de publicar a sua obra (esta é uma vontade antiga do Raimundo) e com isso fazer com que mais pessoas conheçam a grande pessoa que ele é.
Para total surpresa e alegria, em pouquíssimo tempo a família de Raimundo entrou em contato e, a partir daí, nossos esforços se voltaram para o restabelecimento dos laços familiares e inclusão social do Raimundo.
No dia 23 de abril, ele saiu das ruas e foi para o Caps do Itaim, local no qual recebeu cuidados para que pudesse retornar a Goiás, onde hoje vive com sua família!
Raimundo está muito bem, falamos sempre ao telefone e vou visitá-lo pela segunda vez em breve!
Sou eternamente muito grata pelo meu encontro com Raimundo, por todo aprendizado que este encontro tem me possibilitado, pela convivência com este ser iluminado e por poder servir de canal para que sua condição mudasse tanto, de forma tão plena!
Esta é uma história com um Final muito Feliz!!
E uma vez que todo final é sempre um recomeço, podemos dizer que é uma história que começa novamente aos 74 anos da vida de um homem (que por quase a metade de sua vida foi “Condicionado” às maiores adversidades que muitos de nós sequer consegue imaginar) com o merecidíssimo acolhimento e amor, ao lado dos seus familiares!
É uma grande prova de que tudo é possível e não importa quão difícil nossa condição de vida se apresente, sempre é possível melhorá-la!
Em breve e, ao lado dele, darei mais notícias para vocês!!
Despeço-me com as sábias palavras do nosso querido poeta, escritas após retorno de uma viagem familiar:
“Desgraçado do homem que se abandona
Estas seis palavras acima indicam que, por pior
que seja a situação, nunca, nunca o homem deve
considerá-la perdida porque ninguém pode
dar garantia que adversidade seja invulnerável”
Raimundo Arruda Sobrinho, 04/11/2012
Maravilhoso Mestre!!!
Abraços Fraternos!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Fuja da rotina e escolha uma META para esta quinta-feira!
1. Acordar 15 minutos mais cedo
2. Começar o dia com um suco verde
3. Mastigar devagar em todas as refeições
4. Um dia sem estresse
5. Beber 2 litros de água durante o dia
6. Um dia sem café
7. Um dia sem açúcar, doces e afins
8. Dormir 1 hora mais cedo
9. Experimentar novos alimentos saudáveis
10. Fazer 30 minutos de atividade física
Fuja da rotina e escolha uma META para esta quinta-feira!
1. Acordar 15 minutos mais cedo
2. Começar o dia com um suco verde
3. Mastigar devagar em todas as refeições
4. Um dia sem estresse
5. Beber 2 litros de água durante o dia
6. Um dia sem café
7. Um dia sem açúcar, doces e afins
8. Dormir 1 hora mais cedo
9. Experimentar novos alimentos saudáveis
10. Fazer 30 minutos de atividade física
1. Acordar 15 minutos mais cedo
2. Começar o dia com um suco verde
3. Mastigar devagar em todas as refeições
4. Um dia sem estresse
5. Beber 2 litros de água durante o dia
6. Um dia sem café
7. Um dia sem açúcar, doces e afins
8. Dormir 1 hora mais cedo
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10. Fazer 30 minutos de atividade física
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Imagem: Blog Nanda Bezerra](https://fbcdn-sphotos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc3/q71/s480x480/983853_650759038272216_1156178436_n.jpg)


