terça-feira, 29 de outubro de 2013
A HISTÓRIA DE RAMON VALDÉZ: O “SEU MADRUGA”

Ramon Valdés interpretando o “Seu Madruga”
Ramón Goméz Valdéz y Castillo nasceu na Cidade do México em 2 de setembro de 1923. Foi um comediante de grande sucesso dentro e fora do México com variados papéis, mas ficou mais conhecido como o “Seu Madruga” no Brasil – e “Don Ramón” nos países hispânicos. Seu personagem mais famoso da série El “Chavo del Ocho”, o famoso “Chaves”, alcançou o status de ícone e ainda hoje causa grande simpatia entre crianças, adultos e adolescente.
Porém, se engana quem pensa que a carreira de Ramón começou no “Chaves”. O ator foi um verdadeiro veterano do cinema mexicano atuando em mais de 50 filmes ao longo de toda a sua carreira. Entretanto, o auge de sua carreira foi mesmo na TV com o personagem “Seu Madruga”. Por outro lado, também se destacou em “El Chapulin Colorado”, ou somente “Chapolin” na versão brasileira. Nesta série interpretou entre tantos outros os clássicos personagens como “Alma Negra”,”Tripa Seca”, este último uma paródia ao personagem “Super Sam”, ou “Tio Sam”, e o “Bandido Mata Fácil”.

Super Sam, outro personagem clássico do ator
Na vida privada, quem conheceu Ramón Valdéz afirma que ele tinha personalidade forte, o que o levou a ter alguns contratempos profissionais em sua carreira. Apesar de versão controversa, teria sido essa personalidade forte que o fez sair dos programas de “Chespirito” em 1979 – no auge do sucesso da série. Há rumores de que isto foi produto de divergências sobre os salários, enquanto outros afirmam que as diferenças pessoais entre colegas de trabalho foram ficando mais fortes implicando em uma separação definitiva. Em entrevista, Esteban Valdéz, filho do ator, declarou que a saída de seu pai ocorreu porque Florinda Meza, mulher de Gómez Bolaños, queria o controle total sobre o programa. Essa situação teria causado desconforto para Valdés, que preferia receber ordens apenas de Bolaños. Por outro lado, seus amigos também destacam seu bom humor divertido e a eterna atenção com seu público e fãs.
Ainda em 1979 passou a trabalhar com Carlos Villagrán (Quico), que já havia se retirado da equipe por conta de divergências com Roberto Gómez. Desta união, fizeram várias viagens para apresentar o show “Federrico”, onde Ramón interpretava Don Moncho, dono de uma loja. Em 1981, no entanto, Bolaños o convence a trabalhar novamente com ele, desta vez com o seriado Chespirito, que voltara a ser gravado.
Em 1987 volta a trabalhar com Carlos Villagrán no programa “Ah que Kiko! (“Kiko” passou a ser usado por Villagrán pelo fato de Roberto Gómez ter os direitos sobre o nome “Quico”), mas sem grande destaque já que além de pouco tempo, já que também se dedicava ao seu circo, seus problemas de saúde começaram a ser cada vez mais recorrentes. Valdéz tinha um tumor maligno no estomago que, possivelmente, se originou de outro já existente no pulmão. Tais problemas se deram muito em função de seu vício pelo cigarro, não largando o costume nem mesmo quando estava internado no Hospital Santa Lena onde permaneceu por mais de dois meses internado. No dia 9 de agosto de 1988, faleceu aos 64 anos de idade, devido a um câncer de pulmão que se espalhou pelo corpo e atingiu a sua coluna vertebral.
Mostrando um pouco de seu bom humor sarcástico, quando já estava no hospital, Carlos Villagrán teria dito “nos vemos lá em cima, no céu”, mas em resposta recebeu: “não se faça de louco, nos vemos lá embaixo, no inferno”. Já quando Edgar Vivar, ator que fazia o “Senhor Barriga”, foi visitá-lo ele prontamente disse: ”Senhor Barriga, não poderei mais lhe pagar o aluguel”.
Ramón Valdéz é considerado por muitos um dos melhores humoristas da América Latina, adquirindo status de mais famoso até do que o próprio personagem do “Chaves”. Por falar em Bolaños, segundo este, o “Seu Madruga” é até hoje o seu personagem preferido da série e melhor comediante do elenco, sendo o único que já conseguiu fazê-lo chorar de rir.
Fonte: KASCHNER, Pablo. Seu Madruga Vida e Obra. Editora Mirabolante. São Paulo, 2010.
A HISTÓRIA DE RAMON VALDÉZ: O “SEU MADRUGA”

Ramon Valdés interpretando o “Seu Madruga”
Ramón Goméz Valdéz y Castillo nasceu na Cidade do México em 2 de setembro de 1923. Foi um comediante de grande sucesso dentro e fora do México com variados papéis, mas ficou mais conhecido como o “Seu Madruga” no Brasil – e “Don Ramón” nos países hispânicos. Seu personagem mais famoso da série El “Chavo del Ocho”, o famoso “Chaves”, alcançou o status de ícone e ainda hoje causa grande simpatia entre crianças, adultos e adolescente.
Porém, se engana quem pensa que a carreira de Ramón começou no “Chaves”. O ator foi um verdadeiro veterano do cinema mexicano atuando em mais de 50 filmes ao longo de toda a sua carreira. Entretanto, o auge de sua carreira foi mesmo na TV com o personagem “Seu Madruga”. Por outro lado, também se destacou em “El Chapulin Colorado”, ou somente “Chapolin” na versão brasileira. Nesta série interpretou entre tantos outros os clássicos personagens como “Alma Negra”,”Tripa Seca”, este último uma paródia ao personagem “Super Sam”, ou “Tio Sam”, e o “Bandido Mata Fácil”.

Super Sam, outro personagem clássico do ator
Na vida privada, quem conheceu Ramón Valdéz afirma que ele tinha personalidade forte, o que o levou a ter alguns contratempos profissionais em sua carreira. Apesar de versão controversa, teria sido essa personalidade forte que o fez sair dos programas de “Chespirito” em 1979 – no auge do sucesso da série. Há rumores de que isto foi produto de divergências sobre os salários, enquanto outros afirmam que as diferenças pessoais entre colegas de trabalho foram ficando mais fortes implicando em uma separação definitiva. Em entrevista, Esteban Valdéz, filho do ator, declarou que a saída de seu pai ocorreu porque Florinda Meza, mulher de Gómez Bolaños, queria o controle total sobre o programa. Essa situação teria causado desconforto para Valdés, que preferia receber ordens apenas de Bolaños. Por outro lado, seus amigos também destacam seu bom humor divertido e a eterna atenção com seu público e fãs.
Ainda em 1979 passou a trabalhar com Carlos Villagrán (Quico), que já havia se retirado da equipe por conta de divergências com Roberto Gómez. Desta união, fizeram várias viagens para apresentar o show “Federrico”, onde Ramón interpretava Don Moncho, dono de uma loja. Em 1981, no entanto, Bolaños o convence a trabalhar novamente com ele, desta vez com o seriado Chespirito, que voltara a ser gravado.
Em 1987 volta a trabalhar com Carlos Villagrán no programa “Ah que Kiko! (“Kiko” passou a ser usado por Villagrán pelo fato de Roberto Gómez ter os direitos sobre o nome “Quico”), mas sem grande destaque já que além de pouco tempo, já que também se dedicava ao seu circo, seus problemas de saúde começaram a ser cada vez mais recorrentes. Valdéz tinha um tumor maligno no estomago que, possivelmente, se originou de outro já existente no pulmão. Tais problemas se deram muito em função de seu vício pelo cigarro, não largando o costume nem mesmo quando estava internado no Hospital Santa Lena onde permaneceu por mais de dois meses internado. No dia 9 de agosto de 1988, faleceu aos 64 anos de idade, devido a um câncer de pulmão que se espalhou pelo corpo e atingiu a sua coluna vertebral.
Mostrando um pouco de seu bom humor sarcástico, quando já estava no hospital, Carlos Villagrán teria dito “nos vemos lá em cima, no céu”, mas em resposta recebeu: “não se faça de louco, nos vemos lá embaixo, no inferno”. Já quando Edgar Vivar, ator que fazia o “Senhor Barriga”, foi visitá-lo ele prontamente disse: ”Senhor Barriga, não poderei mais lhe pagar o aluguel”.
Ramón Valdéz é considerado por muitos um dos melhores humoristas da América Latina, adquirindo status de mais famoso até do que o próprio personagem do “Chaves”. Por falar em Bolaños, segundo este, o “Seu Madruga” é até hoje o seu personagem preferido da série e melhor comediante do elenco, sendo o único que já conseguiu fazê-lo chorar de rir.
Fonte: KASCHNER, Pablo. Seu Madruga Vida e Obra. Editora Mirabolante. São Paulo, 2010.
domingo, 27 de outubro de 2013
CREME
Postado em 17/10/2013 por Carolina Romanini | 2 comentários

Tem o cheirinho da minha infância e uma textura glicerinada inigualável – talvez por isso hoje ele continue sendo um dos produtos mais vendidos da marca.

Uma historinha: estava em Londres no ano passado quando percebi uma espinhazinha no braço que não ia embora. Depois de tentar várias coisas (cremes que uso no rosto, por exemplo), a manicure de lá me recomendou um creme chamado Sudocrem. Comprei no supermercado e usei por uns três dias. A irritação foi embora. Mais tarde, ao investigar o milagroso produto, descobri que era uma versão gringa da Minâncora. Moral da história: ela é unânime internacionalmente e nem na Europa a gente vive sem!

Coloquei a TAG de dicas para os homens na foto, mas eu mesma já usei várias vezes após a depilação. Também é um dos produtos mais antigos e mais vendidos do O Boticário, indicado para o pós-barba.

Além de ter um cheirinho delicioso e ser amado pelas loiras (a camomila ajuda a manter a cor natural dos fios), também é indicado para a limpeza dos olhos após a remoção da maquiagem e no tratamento de várias outras doenças oftalmológicas. Leia mais no post sobre Maquiagens para os Olhos.

Ele já passou pelo lavabo de 11 entre 10 casas e continua em pelo menos oito delas (ainda que não contenha o líquido original dentro, todos amam o potinho, certo!?). É um clássico dos clássicos, na lista dos insubstituíveis.

Ele já mudou umas mil vezes de embalagem, mas não sai dos catálogos da Avon nem sob ameaça de morte. Eu mesma ameaçaria a companhia caso interrompessem a venda. Amo de paixão!

Quem iria se esquecer dele numa lista de clássicos? Amamos ainda mais agora que mudou de embalagem e não tem mais desperdício.

Também ganhou nova versão com o lançamento da linha Pink, mas o original nunca deixou de ser vendido. E tem milhares de fãs até hoje.

Nem precisa dizer muita coisa. Recomendo apenas que leiam o post Os produtos mais caros são os melhores? e já basta.
10 produtos clássicos de beleza que custam até 35 reais
Depois do sucesso que foi o post sobre as Makes que Bombaram nos Anos 80 (muuito obrigada pela audiência e pelos comentários fofos), resolvi fazer uma listinha dos produtinhos clássicos de beleza que a gente tanto ama – e ainda usa.
Ok, talvez nem todos eles sejam queridos de vocês, mas acredito que pelo menos uns dois estejam na sua prateleira, nécessaire ou mesmo no banheiro. Errei? Vejamos…
Sabonete Phebo Odor de Rosas – R$ 2,10
Tem o cheirinho da minha infância e uma textura glicerinada inigualável – talvez por isso hoje ele continue sendo um dos produtos mais vendidos da marca.
Minâncora – 6 a 10 reais
Uma historinha: estava em Londres no ano passado quando percebi uma espinhazinha no braço que não ia embora. Depois de tentar várias coisas (cremes que uso no rosto, por exemplo), a manicure de lá me recomendou um creme chamado Sudocrem. Comprei no supermercado e usei por uns três dias. A irritação foi embora. Mais tarde, ao investigar o milagroso produto, descobri que era uma versão gringa da Minâncora. Moral da história: ela é unânime internacionalmente e nem na Europa a gente vive sem!
Azulen – R$ 24,99
Coloquei a TAG de dicas para os homens na foto, mas eu mesma já usei várias vezes após a depilação. Também é um dos produtos mais antigos e mais vendidos do O Boticário, indicado para o pós-barba.
Laquê – 9 a 15 reais
Fiquei em dúvida se colocava o Charming ou o Karina aqui, então resolvi apostar nos dois. Qual deles vêm à sua memória quando o assunto é “segurar” o penteado? Segundo o cabeleireiro Marco Antônio de Biaggi, ‘a moda do laquê está de volta’. Leia mais no blog dele, o Marco On-Line.
Johnson’s Baby – 7 a 15 reais
Além de ter um cheirinho delicioso e ser amado pelas loiras (a camomila ajuda a manter a cor natural dos fios), também é indicado para a limpeza dos olhos após a remoção da maquiagem e no tratamento de várias outras doenças oftalmológicas. Leia mais no post sobre Maquiagens para os Olhos.
Sabonete Erva Doce – R$ 26,90
Ele já passou pelo lavabo de 11 entre 10 casas e continua em pelo menos oito delas (ainda que não contenha o líquido original dentro, todos amam o potinho, certo!?). É um clássico dos clássicos, na lista dos insubstituíveis.
Creme Luva de Silicone – R$ 5,99
Ele já mudou umas mil vezes de embalagem, mas não sai dos catálogos da Avon nem sob ameaça de morte. Eu mesma ameaçaria a companhia caso interrompessem a venda. Amo de paixão!
Bepantol – 25 a 35 reais
Quem iria se esquecer dele numa lista de clássicos? Amamos ainda mais agora que mudou de embalagem e não tem mais desperdício.
Polvilho Antisséptico Granado – 5 a 10 reais
Também ganhou nova versão com o lançamento da linha Pink, mas o original nunca deixou de ser vendido. E tem milhares de fãs até hoje.
Creme Nivea – 10 a 15 reais
Nem precisa dizer muita coisa. Recomendo apenas que leiam o post Os produtos mais caros são os melhores? e já basta.
Um último comentário: repararam nos preços dos produtos? Não precisa gastar rios de dinheiro pra ficar linda, né? Esse não é o segredo da beleza!
Um beijo!
CREME
Postado em 17/10/2013 por Carolina Romanini | 2 comentários

Tem o cheirinho da minha infância e uma textura glicerinada inigualável – talvez por isso hoje ele continue sendo um dos produtos mais vendidos da marca.

Uma historinha: estava em Londres no ano passado quando percebi uma espinhazinha no braço que não ia embora. Depois de tentar várias coisas (cremes que uso no rosto, por exemplo), a manicure de lá me recomendou um creme chamado Sudocrem. Comprei no supermercado e usei por uns três dias. A irritação foi embora. Mais tarde, ao investigar o milagroso produto, descobri que era uma versão gringa da Minâncora. Moral da história: ela é unânime internacionalmente e nem na Europa a gente vive sem!

Coloquei a TAG de dicas para os homens na foto, mas eu mesma já usei várias vezes após a depilação. Também é um dos produtos mais antigos e mais vendidos do O Boticário, indicado para o pós-barba.

Além de ter um cheirinho delicioso e ser amado pelas loiras (a camomila ajuda a manter a cor natural dos fios), também é indicado para a limpeza dos olhos após a remoção da maquiagem e no tratamento de várias outras doenças oftalmológicas. Leia mais no post sobre Maquiagens para os Olhos.

Ele já passou pelo lavabo de 11 entre 10 casas e continua em pelo menos oito delas (ainda que não contenha o líquido original dentro, todos amam o potinho, certo!?). É um clássico dos clássicos, na lista dos insubstituíveis.

Ele já mudou umas mil vezes de embalagem, mas não sai dos catálogos da Avon nem sob ameaça de morte. Eu mesma ameaçaria a companhia caso interrompessem a venda. Amo de paixão!

Quem iria se esquecer dele numa lista de clássicos? Amamos ainda mais agora que mudou de embalagem e não tem mais desperdício.

Também ganhou nova versão com o lançamento da linha Pink, mas o original nunca deixou de ser vendido. E tem milhares de fãs até hoje.

Nem precisa dizer muita coisa. Recomendo apenas que leiam o post Os produtos mais caros são os melhores? e já basta.
10 produtos clássicos de beleza que custam até 35 reais
Depois do sucesso que foi o post sobre as Makes que Bombaram nos Anos 80 (muuito obrigada pela audiência e pelos comentários fofos), resolvi fazer uma listinha dos produtinhos clássicos de beleza que a gente tanto ama – e ainda usa.
Ok, talvez nem todos eles sejam queridos de vocês, mas acredito que pelo menos uns dois estejam na sua prateleira, nécessaire ou mesmo no banheiro. Errei? Vejamos…
Sabonete Phebo Odor de Rosas – R$ 2,10
Tem o cheirinho da minha infância e uma textura glicerinada inigualável – talvez por isso hoje ele continue sendo um dos produtos mais vendidos da marca.
Minâncora – 6 a 10 reais
Uma historinha: estava em Londres no ano passado quando percebi uma espinhazinha no braço que não ia embora. Depois de tentar várias coisas (cremes que uso no rosto, por exemplo), a manicure de lá me recomendou um creme chamado Sudocrem. Comprei no supermercado e usei por uns três dias. A irritação foi embora. Mais tarde, ao investigar o milagroso produto, descobri que era uma versão gringa da Minâncora. Moral da história: ela é unânime internacionalmente e nem na Europa a gente vive sem!
Azulen – R$ 24,99
Coloquei a TAG de dicas para os homens na foto, mas eu mesma já usei várias vezes após a depilação. Também é um dos produtos mais antigos e mais vendidos do O Boticário, indicado para o pós-barba.
Laquê – 9 a 15 reais
Fiquei em dúvida se colocava o Charming ou o Karina aqui, então resolvi apostar nos dois. Qual deles vêm à sua memória quando o assunto é “segurar” o penteado? Segundo o cabeleireiro Marco Antônio de Biaggi, ‘a moda do laquê está de volta’. Leia mais no blog dele, o Marco On-Line.
Johnson’s Baby – 7 a 15 reais
Além de ter um cheirinho delicioso e ser amado pelas loiras (a camomila ajuda a manter a cor natural dos fios), também é indicado para a limpeza dos olhos após a remoção da maquiagem e no tratamento de várias outras doenças oftalmológicas. Leia mais no post sobre Maquiagens para os Olhos.
Sabonete Erva Doce – R$ 26,90
Ele já passou pelo lavabo de 11 entre 10 casas e continua em pelo menos oito delas (ainda que não contenha o líquido original dentro, todos amam o potinho, certo!?). É um clássico dos clássicos, na lista dos insubstituíveis.
Creme Luva de Silicone – R$ 5,99
Ele já mudou umas mil vezes de embalagem, mas não sai dos catálogos da Avon nem sob ameaça de morte. Eu mesma ameaçaria a companhia caso interrompessem a venda. Amo de paixão!
Bepantol – 25 a 35 reais
Quem iria se esquecer dele numa lista de clássicos? Amamos ainda mais agora que mudou de embalagem e não tem mais desperdício.
Polvilho Antisséptico Granado – 5 a 10 reais
Também ganhou nova versão com o lançamento da linha Pink, mas o original nunca deixou de ser vendido. E tem milhares de fãs até hoje.
Creme Nivea – 10 a 15 reais
Nem precisa dizer muita coisa. Recomendo apenas que leiam o post Os produtos mais caros são os melhores? e já basta.
Um último comentário: repararam nos preços dos produtos? Não precisa gastar rios de dinheiro pra ficar linda, né? Esse não é o segredo da beleza!
Um beijo!
Postado em 17/10/2013 por Carolina Romanini | 2 comentários

Tem o cheirinho da minha infância e uma textura glicerinada inigualável – talvez por isso hoje ele continue sendo um dos produtos mais vendidos da marca.

Uma historinha: estava em Londres no ano passado quando percebi uma espinhazinha no braço que não ia embora. Depois de tentar várias coisas (cremes que uso no rosto, por exemplo), a manicure de lá me recomendou um creme chamado Sudocrem. Comprei no supermercado e usei por uns três dias. A irritação foi embora. Mais tarde, ao investigar o milagroso produto, descobri que era uma versão gringa da Minâncora. Moral da história: ela é unânime internacionalmente e nem na Europa a gente vive sem!

Coloquei a TAG de dicas para os homens na foto, mas eu mesma já usei várias vezes após a depilação. Também é um dos produtos mais antigos e mais vendidos do O Boticário, indicado para o pós-barba.

Além de ter um cheirinho delicioso e ser amado pelas loiras (a camomila ajuda a manter a cor natural dos fios), também é indicado para a limpeza dos olhos após a remoção da maquiagem e no tratamento de várias outras doenças oftalmológicas. Leia mais no post sobre Maquiagens para os Olhos.

Ele já passou pelo lavabo de 11 entre 10 casas e continua em pelo menos oito delas (ainda que não contenha o líquido original dentro, todos amam o potinho, certo!?). É um clássico dos clássicos, na lista dos insubstituíveis.

Ele já mudou umas mil vezes de embalagem, mas não sai dos catálogos da Avon nem sob ameaça de morte. Eu mesma ameaçaria a companhia caso interrompessem a venda. Amo de paixão!

Quem iria se esquecer dele numa lista de clássicos? Amamos ainda mais agora que mudou de embalagem e não tem mais desperdício.

Também ganhou nova versão com o lançamento da linha Pink, mas o original nunca deixou de ser vendido. E tem milhares de fãs até hoje.

Nem precisa dizer muita coisa. Recomendo apenas que leiam o post Os produtos mais caros são os melhores? e já basta.
10 produtos clássicos de beleza que custam até 35 reais
Depois do sucesso que foi o post sobre as Makes que Bombaram nos Anos 80 (muuito obrigada pela audiência e pelos comentários fofos), resolvi fazer uma listinha dos produtinhos clássicos de beleza que a gente tanto ama – e ainda usa.
Ok, talvez nem todos eles sejam queridos de vocês, mas acredito que pelo menos uns dois estejam na sua prateleira, nécessaire ou mesmo no banheiro. Errei? Vejamos…
Sabonete Phebo Odor de Rosas – R$ 2,10
Tem o cheirinho da minha infância e uma textura glicerinada inigualável – talvez por isso hoje ele continue sendo um dos produtos mais vendidos da marca.
Minâncora – 6 a 10 reais
Uma historinha: estava em Londres no ano passado quando percebi uma espinhazinha no braço que não ia embora. Depois de tentar várias coisas (cremes que uso no rosto, por exemplo), a manicure de lá me recomendou um creme chamado Sudocrem. Comprei no supermercado e usei por uns três dias. A irritação foi embora. Mais tarde, ao investigar o milagroso produto, descobri que era uma versão gringa da Minâncora. Moral da história: ela é unânime internacionalmente e nem na Europa a gente vive sem!
Azulen – R$ 24,99
Coloquei a TAG de dicas para os homens na foto, mas eu mesma já usei várias vezes após a depilação. Também é um dos produtos mais antigos e mais vendidos do O Boticário, indicado para o pós-barba.
Laquê – 9 a 15 reais
Fiquei em dúvida se colocava o Charming ou o Karina aqui, então resolvi apostar nos dois. Qual deles vêm à sua memória quando o assunto é “segurar” o penteado? Segundo o cabeleireiro Marco Antônio de Biaggi, ‘a moda do laquê está de volta’. Leia mais no blog dele, o Marco On-Line.
Johnson’s Baby – 7 a 15 reais
Além de ter um cheirinho delicioso e ser amado pelas loiras (a camomila ajuda a manter a cor natural dos fios), também é indicado para a limpeza dos olhos após a remoção da maquiagem e no tratamento de várias outras doenças oftalmológicas. Leia mais no post sobre Maquiagens para os Olhos.
Sabonete Erva Doce – R$ 26,90
Ele já passou pelo lavabo de 11 entre 10 casas e continua em pelo menos oito delas (ainda que não contenha o líquido original dentro, todos amam o potinho, certo!?). É um clássico dos clássicos, na lista dos insubstituíveis.
Creme Luva de Silicone – R$ 5,99
Ele já mudou umas mil vezes de embalagem, mas não sai dos catálogos da Avon nem sob ameaça de morte. Eu mesma ameaçaria a companhia caso interrompessem a venda. Amo de paixão!
Bepantol – 25 a 35 reais
Quem iria se esquecer dele numa lista de clássicos? Amamos ainda mais agora que mudou de embalagem e não tem mais desperdício.
Polvilho Antisséptico Granado – 5 a 10 reais
Também ganhou nova versão com o lançamento da linha Pink, mas o original nunca deixou de ser vendido. E tem milhares de fãs até hoje.
Creme Nivea – 10 a 15 reais
Nem precisa dizer muita coisa. Recomendo apenas que leiam o post Os produtos mais caros são os melhores? e já basta.
Um último comentário: repararam nos preços dos produtos? Não precisa gastar rios de dinheiro pra ficar linda, né? Esse não é o segredo da beleza!
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