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sábado, 6 de julho de 2013

FAB possui voos gratuitos para todos os cidadãos; saiba como usar

05/07/2013 - 19h13

FAB possui voos gratuitos para todos os cidadãos; saiba como usar

GUILHERME BALZA
DO UOL, EM SÃO PAULO
Não são só as principais autoridades políticas do país ou chefes militares que têm direito de voar em aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira). Qualquer cidadão civil também pode pleitear um lugar nos voos da Aeronáutica, sem custo nenhum, para todas as regiões do país, desde que haja vagas nas aeronaves.
A diferença é que, enquanto o vice-presidente da República, ministros de Estado, presidentes do Legislativo (Câmara e Senado) e do STF (Supremo Tribunal Federal), além dos comandantes das Forças Armadas, têm direito a utilizar as aeronaves para viagens exclusivas, desde que embarquem a trabalho e por motivo de segurança ou emergência médica, o cidadão comum só pode voar com a FAB em voos já programados.
Nos últimos dias, se tornaram públicos casos de autoridades que fizeram uso indevido de aviões da FAB, como o presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e ministro da Previdência, Garibaldi Alves (PMDB).
No caso de passageiros comuns, a viagem é condicionada à disponibilidade de voos de transporte, o tipo de missão que a FAB irá cumprir e à existência de vagas livres nos aviões. Os voos não são regulares, portanto não têm datas, horários e destinos previamente definidos. Os modelos de aeronaves são diversos: o passageiro pode embarcar, por exemplo, no conforto de um jato C-99, que costuma transportar autoridades, ou até em um turbo-hélice Bandeirante, com capacidade para cerca de 20 pessoas.
Os interessados devem procurar o CAN (Correio Aéreo Nacional) de sua região, preencher uma ficha de inscrição, anexar cópias da identidade e do comprovante de residência e informar o trecho que deseja voar --menores devem ser inscritos pelos pais ou responsáveis legais. Após o cadastro, o CAN entra em contato com interessado quando houver voo confirmado para o trecho solicitado e vagas disponíveis.
Há trechos com viagens frequentes, sobretudo entre as principais capitais do país, mas, segundo o setor de comunicação da FAB, a principal demanda está na região Norte, por cidadãos que viagem para cidades situadas em áreas remotas e de difícil acesso, como São Gabriel da Cachoeira (AM), por exemplo. Também há muita procura na região do Pantanal.
A reportagem ligou para as 17 unidades do CAN, situadas em 14 Estados e no Distrito Federal. Os telefones foram indicados na página oficial da FAB para que os interessados possam obter informações. Na maior parte dos casos, não foi possível obter informações sobre voos. Em muitas unidades, o telefone informado não existe, a ligação não completa ou o número não pertence mais à FAB.
Em São Paulo, Campo Grande, Fortaleza, Canoas e Santa Maria (ambos no Rio Grande do Sul) foi possível obter informações sobre os voos previstos e orientações de como manifestar interesse.
Veja abaixo como foi o atendimento em cada unidade:
Campo Grande - não havia voos disponíveis; inscrições pessoalmente, de segunda à sexta, das 8h às 14h
Fortaleza - não havia voos disponíveis; inscrições pessoalmente, de segunda à sexta, das 8h às 14h
São Paulo - atendentes solicitaram o envio de um email para que encaminhassem a ficha de inscrição para os voos solicitados --havia voos para vários destinos
Canoas (RS) - havia somente um voo programado, para Santa Maria (RS)
Santa Maria (RS) - sem voos programados, mas com previsão de vários voos para Porto Alegre nos próximos dias
Florianópolis - expediente encerrado
Belo Horizonte - não souberam fornecer informações sobre os voos e orientaram ligar para o CAN do Rio de Janeiro
Belém - ninguém atendeu
Brasília - ninguém atendeu
Porto Velho - ninguém atendeu
Rio de Janeiro - ninguém atendeu
Boa Vista - ligação não completa
Manaus - ligação não completa
Natal - ligação não completa
Pirassununga (SP) - número informado não existe
Recife - número informado incorreto
Salvador - número informado incorreto
À reportagem, a secretaria de comunicação da FAB, situada em Brasília, disse que irá corrigir os números informados na página oficial do órgão.

Perguntas e respostas sobre Dinâmica de Grupo

Perguntas e respostas sobre Dinâmica de Grupo
Veja como chamar a atenção do recrutador e mandar bem na primeira etapa presencial da maior parte dos processos seletivos
Mariana Fonseca
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

 

Perguntas e respostas sobre Dinâmica de GrupoA dinâmica de grupo é muito importante nos processos seletivos porque, na maior parte dos casos, ela é primeira etapa presencial a que os candidatos são submetidos. É nessa hora que avaliador observa o comportamento dos pré-selecionados para verificar quem tem – e quem não tem – perfil compatível com a vaga e a empresa em questão. “Em cada dinâmica, olhamos os candidatos com os 'óculos' da empresa”, afirma Irina Schuchman, consultora da Cia de Talentos. Para mandar bem nessa hora, confira as dicas de Irina numa série de perguntas e respostas sobre dinâmicas de grupo.
 
 
Como o candidato pode chamar a atenção do selecionador de maneira positiva?
É preciso que o candidato seja ele mesmo e participe das atividades propostas, contribuindo com seus conhecimentos e experiências de vida. Tentar parecer o que não é pode trazer muitos problemas. Se acontecer de você enganar bem e ser contratado, por exemplo, dificilmente conseguirá manter a mentira por muito tempo. Contratações erradas geram perda de tempo tanto para a empresa quanto para o profissional.
 
A experiência profissional do candidato é levada em conta?
Quando o processo exige algum tipo de experiência profissional, essa informação é passada no momento da inscrição. Ainda assim, mesmo quem nunca trabalhou pode utilizar as experiências da faculdade, da escola, dos grupos de que participa ou participou como exemplos.
 
O que é preferível: falar bastante ou ficar quieto?
Nenhum dos dois. Ser o que mais fala nem sempre é positivo. O importante é o conteúdo e a coerência da fala. Também não é necessário ficar esperando o consultor chegar perto para começar a falar. Os candidatos estão sendo observados o tempo todo. Aqui, novamente vale a regra de ser o que você é de verdade. Se for tímido, não tente vender uma imagem de pessoa extrovertida e vice-versa.
 
E que ferramentas o tímido poderá utilizar a seu favor, já que falar em público não é o seu forte?
Os tímidos e introvertidos devem se esforçar para participar das discussões em grupo. Se as suas colocações forem pertinentes, mesmo que sejam poucas, elas serão levadas em consideração.
 
É aconselhável o candidato "estudar" a empresa antes de participar de uma dinâmica?
Sim. Muitas dinâmicas trabalham cases onde a temática principal tem a ver com o negócio da empresa. Conhecer o negócio pode ajudar no desenvolvimento do trabalho e contar pontos positivos para o candidato.
 
A roupa do candidato influencia o selecionador?
É importante estar vestido de forma adequada para o momento e o local. Por exemplo, se a dinâmica de grupo for para uma vaga em instituição financeira, em que todos nós sabemos que o traje social é padrão, o candidato não deve ir de calça jeans e camiseta. Por outro lado, o terno não combina com uma empresa com o perfil jovem. Por isso é importante obter informação sobre a empresa antes de ir para a dinâmica. Normalmente, no próprio site o candidato já encontra algumas dicas para saber se deve se vestir mais ou menos informalmente.
 
E o jeito de falar é levado em conta?
A dica é não utilizar muitas gírias e jamais usar palavrões. Também não é necessário usar uma linguagem formal nem palavras difíceis, que quase ninguém entende.

“Porquês”

“Porquês”

Os dois ''porquês'' SEPARADOS são usados para fazer perguntas: um se usa no início; outro, no final.

POR QUE: se usa no início – Por que não veio ontem?
POR QUÊ: se usa no final – Não veio ontem por quê?

PORQUE: conjunção causal ou explicativa. (se usa para responder!)
Não fui à aula porque eu estava doente.

PORQUÊ: é substantivo e tem significado de “o motivo”, “a razão”. Vem acompanhado de artigo, pronome, adjetivo ou numeral.

Não sei o porquê de você está triste (o motivo)

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Brasil vai testar implementação de terapia que evita infecção por HIV

05/07/2013 - 17h50

Brasil vai testar implementação de terapia que evita infecção por HIV

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DE SÃO PAULO
Uma pesquisa coordenada pela Fundação Oswaldo Cruz vai avaliar uma forma de implementar no país o uso do medicamento antirretroviral Truvada como forma de evitar a transmissão do HIV em populações mais vulneráveis.
Serão recrutados, a partir do fim de agosto, 400 homens que fazem sexo com homens: 200 no Rio e 200 em São Paulo. O estudo será feito em parceria com a Faculdade de Medicina da USP e o Centro de Referência e Treinamento DST/Aids de São Paulo.
De acordo com a infectologista Brenda Hoagland, que coordena o estudo na Fiocruz, o medicamento será fornecido aos voluntários por um ano.
A eficácia e a segurança do Truvada para evitar a infecção por HIV já foi demonstrada. Um estudo multicêntrico cujos resultados foram publicados em 2010 e no qual houve participação de voluntários do Brasil, mostrou que a terapia reduziu o risco de infecção em até 94,9%. A pesquisa incluiu 2.499 homens em 11 centros de estudo.
Uso profilático de antirretroviral diminui infecção por HIV em até 94,9%
O objetivo agora, diz Hoagland, é avaliar, numa situação de vida real, como seria a melhor forma de implementar o uso da droga como profilaxia. "Já sabemos que o remédio é eficaz. Queremos demonstrar na realidade do Brasil como oferecer essa profilaxia."
É preciso ver, por exemplo, se os pacientes vão usar o medicamento todos os dias conforme o indicado. Uma falha na administração do remédio pode deixá-los mais vulneráveis à infecção, por exemplo. O melhor local para distribuição dos comprimidos também precisa ser avaliado, segundo a infectologista.
Um risco do uso profilático do antirretroviral é o caso de um paciente se tornar soropositivo durante o uso do remédio e descobrir só mais tarde. Quando ele der início ao tratamento antirretroviral, poderá já ter começado a desenvolver resistência ao tratamento.
No ano passado, a FDA (agência reguladora de medicamentos nos EUA) aprovou a indicação do Truvada como terapia profilática contra o HIV.
EUA aprovam remédio que evita infecção por HIV
No Brasil, no entanto, o remédio ainda só tem aprovação como terapia para quem já está infectado, o que precisaria mudar para que ele fosse adotado como terapia profilática. O antirretroviral, que combina as substâncias tenofovir e a emtricitabina, também não é distribuído aos soropositivos na rede pública no Brasil.
A pesquisadora da Fiocruz diz que as conclusões do estudo que começa agora, esperadas para 2016, devem ajudar o governo a embasar sua decisão sobre a adoção dessa terapia.
Para o infectologista Caio Rosenthal, do Instituto Emílio Ribas, a terapia preventiva é um dos caminhos para que a transmissão do HIV acabe. "Se todos com HIV estiverem em tratamento, com carga viral indetectável, e quem estiver em risco se proteger, não vai haver hospedeiro para o vírus."
A terapia profilática não substitui o uso da camisinha.

AnonymousBrasil

A mídia está fazendo um verdadeiro bloqueio a essa informação no resto do país: não diz nada porque não quer que o exemplo se espalhe. Mas em Recife, a greve dos rodoviários parou a cidade.

Há uma semana as principais universidades suspenderam suas aulas. Boa parte das lojas está fechada também, pois quem não tem carro, tem imensa dificuldade de chegar ao trabalho e sem trabalhador o mundo para.

É uma espécie de "greve geral" forçada por uma categoria com potencial piqueteiro inerente num grande centro urbano brasileiro do nosso tempo: a dos rodoviários. Eles param, todos param.

Sem ônibus, praticamente nada funciona. E, em Recife, sem ônibus, praticamente nada está funcionando. Para a pouca frota que está em circulação, a orientação do movimento grevista, impulsionado pela Oposição Rodoviária da CSP-Conlutas, e que passou por cima do próprio sindicato, está sendo a de rodar com as "catracas livres" (abrindo a porta de trás), isto é, sem cobrar passagem.

O Governador Eduardo Campos, do PSB, está tratando a greve como ilegal e mandou a Polícia deter e prender agitadores grevistas, especialmente os que estão circulando sem cobrar passagem. Façam a informação furar o bloqueio da mídia. COMPARTILHEM! "

Via A Verdade Nua e Crua
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O Homem de Tollund, a múmia com mais de 2 mil anos (sendo do século IV a.C.) e uma das mais bem preservadas da História.

A múmia é simplesmente incrível pelo grau de conservação e traz uma das facetas humana mais curiosa: os rituais de sacrifício.

O homem que ficou conhecido como Tollund viveu na Escandinávia durante a Idade do Ferro e apenas foi encontrado em 1950, enterrado em um pântano na Dinamarca. Devido às condições do local encontrado, com baixa oxigenação e envolto por musgos, o corpo foi mumificado e extremamente bem preservado; tanto que na época em que fora descoberto, acreditaram ser vítima de um crime recente.

Depois de alguns exames do professor de arqueologia, P. V. Glob, foi alegado que o corpo tinha mais de dois mil anos de idade e possuía características de haver sido utilizado como oferenda, ou seja, fora vítima de um ritual de sacrifício pelo fato de trazer ao redor do pescoço uma corda apertada feita com peles de animais.

Em 2002 novos estudos foram realizados e, observando que a língua estava inchada e as vértebras cervicais muito danificadas, foi reforçada a tese de sacrifício, pois havia sinais claros de enforcamento. Outro indício de sacrifício ao invés de execução (como castigo para um crime) era o fato de haver diferentes tipos de sementes no estômago da múmia. Como não era algo comum a população ter uma alimentação diversificada à época, os cientistas concluíram que a última refeição do homem era um sinal dele estar participando de alguma ocasião especial, por exemplo, um ritual.

A oferta de sacrifício para os deuses e as refeições subsequentes que todos participavam representava tanto um reconhecimento do poder divino e uma tentativa de alinhar a vida com a vontade divina. Era um ato realizado na esperança de que os deuses respondessem favoravelmente a um pedido e se o ato não fosse bem sucedido, poderia haver grandes problemas para os povos.

Os sacrifícios normalmente eram de animais e objetos inanimados, porém, em algumas raras vezes eram realizados com humanos através do enforcamento para o Deus nórdico Odin, nesse caso em específico. As oferendas humanas, normalmente, eram de prisioneiros de guerra, empregados ou criminosos. Em tempos de crise os membros das famílias mais nobres poderiam ser sacrificados para apaziguar Odin.

Dessa forma, o Homem de Tollund é um achado arqueológico incrível por ser um dos exemplos mais bem preservados já encontrado na História, de rituais realizados pelos povos nórdicos para seus deuses.

Texto de Talita Lopes Cavalcante
Administração Imagens Históricas

Foto: Sven Rosborn. Museu de Foteviken.

Galeria de Sven Rosborn a respeito da pré-história da Dinamarca << http://commons.wikimedia.org/wiki/User:Sven_Rosborn/Gallery/Photo_archive_2 >>. Acessado em: 05 jul. 2013.

Fontes:

- “Sacrifices”. Arizona State University. Disponível em << http://www.public.asu.edu/~atrja/sacrifices.html >>. Acessado em: 05 jul. 2013.

- The Tollund Man - A Face from Prehistoric Denmark. Silkeborg Public Library. Disponível em << http://www.tollundman.dk/liget.asp >>. Acessado em: 05 jul. 2013.
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A famosa Esquadrilha 19, "The Lost Patrol", e um dos maiores mistérios do Triângulo das Bermudas.

Talvez de todos os mistérios no Triângulo das Bermudas o mais famoso e impressionante seja o da Esquadrilha 19 que desapareceu durante um exercício de rotina logo após o termino da Segunda Guerra Mundial.

Era dia 05 de dezembro de 1945 quando cinco torpedeiros Gruman Avenger saíram da Base Naval de Fort Lauderdale, na Flórida, num exercício de rotina. A equipe decolou às 14 horas em direção ao Atlântico e nunca mais foi vista. No início da empreitada, a Esquadrilha voou sem problemas pela rota programada, tangenciando a costa da Flórida. Contudo, próximo das 16 horas o operador da torre de Fort Lauderdale começou a receber, segundo consta a história, mensagens desesperadas do líder da missão, o tenente Charles Taylor.

Taylor afirmava que os controles e instrumentos dos torpedeiros haviam enlouquecido. Por vários minutos, os operadores de rádio insistiram em pedir a posição da Esquadrilha 19 ao oficial; tudo em vão. Uma das versões do acontecido afirma que as últimas palavras do oficial foram as seguintes: “Não venham nos procurar, pelo amor de Deus...”.

Obviamente nada confirmado, porém, o fato é que após alguns minutos, as mensagens desesperadas da Esquadrilha simplesmente cessaram. Algum tempo depois, a Marinha enviou um hidroavião, Martin Mariner, às buscas onde teria sido a provável queda dos torpedeiros. O que não esperavam é que o próprio resgate desaparecesse também. Quando o hidravião chegou ao local especificado como a possível queda, ele desapareceu das telas dos radares, sumindo para sempre com uma tripulação de 13 pessoas.

A Marinha norte-americana considerou essa uma das maiores perdas de oficiais, em seis aviões, em tempos de paz. O documento oficial relatava que a Esquadrilha 19 caíra no mar devido à infeliz coincidência de uma série de fatores: mau tempo repentino, interferência elétrica e erro do piloto. Nele também constava a informação de que o líder da esquadrilha, o tenente Charles Taylor, aparentemente entrou em pânico, ajudando assim a agravar a situação, comprometendo dessa maneira o equilíbrio psicológico de seus jovens e relativamente inexperientes comandados. Quanto à perda do hidravião Mariner, supôs-se que uma explosão o atingiu, apesar de não haver nenhum indício que sustentasse tal hipótese.

Mesmo com o relatório oficial, a Marinha não respondeu inúmeras perguntas, como a falta de destroços, o porquê do tenente Charles Taylor e todos os outros aviões da Esquadrilha terem perdido todos os controles ao mesmo tempo, assim como o porquê dele não conseguir dar sua posição exata etc.

Desde 1945, a perda da Esquadrilha 19 e do hidravião de busca e resgate entrou para o folclore do Triângulo das Bermudas, e uma série de autores apresentou teorias a respeito: óvnis, sobrenatural, deslocamentos de tempo e redemoinhos metapsíquicos entre outras.

Ainda assim, passados 68 anos, ninguém conseguiu desvendar por completo o mistério da Esquadrilha 19 e do hidroavião.

Texto de Talita Lopes Cavalcante
Administração Imagens Históricas

Foto: National Archives.
http://www.archives.gov/research/index.html

Fonte: National History and Heritage Command. Disponível em >> http://www.history.navy.mil/faqs/faq15-2.htm
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