Lâmpada acesa há 112 anos.
Segundo o Livro dos Recordes Guinness, essa é a lâmpada que está acesa há mais tempo. Conhecida como “Centennial Light Bulb”, ou lâmpada centenária, ela está localizada em uma central de bombeiros na Califórnia e foi instalada em 1901. Desde então, a lâmpada de 60 watts funciona 24 horas por dia, operando com cerca de 4 watts. A data exata do início de seu funcionamento não é conhecida, mas o aniversário do curioso objeto acontece no dia 18 de junho.
A lâmpada teve apenas uma rápida pausa em sua operação ao longo de todos esses anos. Ela foi apagada em 1976, por alguns cortes de energia, quando a estação de bombeiros mudou sua localização, em 1976.
Muitos cientistas ainda estão intrigados por não terem encontrado uma explicação sobre como a lâmpada continua brilhando por tanto tempo. O que se sabe é que invenção de Adolphe Chaillet é uma lâmpada incandescente aperfeiçoada, com propriedades físicas singulares. Também conhecida como A Lâmpada de Livermore, ninguém tem certeza do motivo desta lâmpada durar tanto tempo, mas suspeitam que o motivo seja a corrente baixa que alimenta a lâmpada.
A lâmpada mais duradoura do mundo se difere das contemporâneas de duas maneiras. Seu filamento é cerca de oito vezes mais espesso do que o de uma lâmpada comum. Além disso, o filamento é feito de carbono, um melhor condutor de eletricidade do que os presentes nas lâmpadas normais. As lâmpadas incandescentes, que não possuem um sistema absolutamente confiável de acionamento, costumam queimar, em média, após mil horas de uso.
O aniversário de 111 anos será comemorado em junho. Imagine cantar feliz aniversário para uma lâmpada. Sim, o corpo de bombeiros canta. Inclusive fazem bolo personalizado com velas.
O objeto misterioso é observado 24h por dia, através de sistemas de câmeras, e um fato curioso é que a webcam instalada para acompanhar o misterioso objeto já foi trocada por duas vezes, e está indo para terceira. A centenária lâmpada tem uma webcam dedicada a ela, atualizada a cada 10 segundos, que você pode conferir nesse site:http://www.centennialbulb.org/photos.htm
Texto de Diego Vieira
Administração Imagens Históricas
segunda-feira, 29 de abril de 2013
O maior suicídio coletivo da história: 918 mortos.
Jim Jones conquistou uma legião de seguidores ao criar a seita estadunidense e igreja "Templo dos Povos". Também ficou conhecido mundialmente, em 18 de novembro de 1978, como mentor do maior suicídio em massa, com 918 mortos por envenenamento.
A história de sua igreja começa em 1954, quando Jones criou a Peoples Temple Christian Church Full Gospel (Templo dos Povos). Sua seita crescia cada vez mais e Jones até cogitou trazê-la para o Brasil no período em que aqui fixou moradia. Contudo, por causa de conflitos internos de sua igreja em Indiana, o pastor regressou aos EUA, passando, no caminho, pela então colônia britânica da Guiana.
Após denúncias motivadas pela deserção de oito jovens membros da igreja em 1973, o grupo dirigente do Templo se fechou em torno de Jones e sua liderança pessoal. A partir de então, relatos de ex-membros registram planos e simulações de suicídio coletivo, entre outros relatos de tentativas de estupros por parte de Jim Jones.
Finalmente, em 1974, Jones comprou um pedaço de terra na Guiana e resolveu criar Jonestown, levando diversos seguidores de sua seita junto. Porém, as denúncias contra o pastor aumentavam cada vez mais e, dessa vez, incluíam acusações de sequestro de crianças, filhos de ex-integrantes que haviam abandonado o templo.
Depois de inúmeros apelos de pais que acusavam Jones de sequestrar seus filhos, em novembro de 1978, o Congresso dos Estados Unidos autorizou uma viagem de Leo Ryan, congressista democrata, para a Guiana, com a assistência de repórteres da NBC, para investigar as acusações de sequestro movidas contra Jones, bem como informações de que os membros da comunidade em Jonestown viviam miseravelmente.
Ao chegar em Jonestown, Ryan foi recebido muito bem pela comunidade e proferiu cometários positivos sobre a seita. Entretanto, no dia seguinte, quando sua comitiva planejava regressar aos EUA, alguns seguidores de Jim Jones resolveram que voltariam juntos do político. Essa atitude, caracterizada pelo pastor como traição, criou um clima de tensão e, ao se direcionarem a pista de decolagem, a comitiva de segurança de Jim Jones alvejou o avião, matando Leo Ryan, mais 3 repórteres da NBC e uma ex-seguidora. Foi a única vez em que um congressista dos Estados Unidos foi assassinado no cumprimento do dever.
Assim que chegou a notícia da morte de Ryan, à noite, Jones pôs em prática o suicídio em massa de toda a comunidade de Jonestown, para o qual já havia feito treinamento anteriormente (embora tenha dito que o veneno não era real) em reuniões chamadas de “noites brancas”. Os membros da comunidade foram induzidos a beber um composto líquido (na forma de suco de sabor uva), contendo potássio, cloreto de cianeto e substâncias sedativas.
Foram 918 mortos, incluindo mais de 270 crianças.
Talita Lopes Cavalcante
Administração Imagens Históricas
domingo, 28 de abril de 2013
Essa parede foi feita com 1L de cola branca misturada com Glitter para dar esse efeito.
Fika a Dika - Por um Mundo Melhor
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